A preocupação de que consequências nefastas existirão nos seus comportamentos futuros não tem a ver com o divórcio em si, mas com a forma como a ruptura se concretiza. É preciso que o bem-estar das crianças seja uma prioridade, salvaguardando-as de sentimentos de culpa ou de envolvimento em “hostilidades” de um contra o outro.
Os ex-marido e ex-mulher continuam a ser PAI e MÃE. É preciso que os adultos tenham consciência de que as crianças não perdem nem o pai nem a mãe por estes não estarem juntos e de que têm de manter um relacionamento permanente e saudável com a família de quem herdam património genético, cultural e social.